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Em 31 de dezembro de 2000, nós tínhamos aproximadamente
R$2.246 milhões em empréstimos e financiamentos,
dos quais aproximadamente R$1.564,4 milhões apresentavam
taxas de juros fixas e aproximadamente R$680,9 milhões
apresentavam taxas de juros flutuantes (principalmente baseadas
na LIBOR). A Embratel investe o excesso de sua liquidez (R$105,9
milhões em 31 de dezembro de 2000) principalmente em
instrumentos de curto prazo em moeda nacional (e aproximadamente
R$168,7 milhões em instrumentos em dólares norte-americanos).
O prejuízo potencial para nós em um ano que
resultaria de uma mudança hipotética instantânea
e desfavorável de 100 pontos na taxa de juros aplicável
aos ativos e passivos financeiros em 31 de dezembro de 2000,
seria de aproximadamente R$6,8 milhões. Essa perda
somente é aplicável a passivos financeiros,
por serem nossos investimentos de curto prazo indexados a
taxas de juros pós-fixadas. Uma categoria é
definida como homogênea de acordo com a moeda em que
os passivos financeiros foram expressos e pressupõe-se
o mesmo movimento na taxa de juros dentro de cada categoria
homogênea (por exemplo, dólares norte-americanos).
Como resultado, nosso modelo de sensibilidade de risco da
taxa de juros pode exagerar o impacto das flutuações
na taxa de juros para tais instrumentos financeiros, já
que movimentos consistentes desfavoráveis de todas
as taxas de juros são improváveis.
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