Estamos expostos à taxa de câmbio com relação ao dólar norte-americano e, num grau menor, a outras moedas. Em 31 de dezembro de 2000, aproximadamente R$2.226,5 milhões de nosso passivo, que incluíam R$1.718,9 milhões em empréstimos e financiamentos e R$8,9 milhões de efeito líquido entre contas a receber e a pagar a administradoras estrangeiras, eram expressos em dólares norte-americanos. Aproximadamente R$498,7 milhões de nossa dívida estava indexada em outras moedas estrangeiras, que incluíam francos franceses, marcos alemães e ienes japoneses. O prejuízo potencial imediato para nós, que resultaria de uma mudança hipotética de 20% nas taxas de câmbio baseada nessa posição seria de aproximadamente R$268,3 milhões, considerando o efeito de dedução dos instrumentos de hedging. Adicionalmente, se tal mudança fosse mantida, o custo dos financiamentos aumentaria em proporção à mudança. Esta análise de sensibilidade assume uma flutuação desfavorável de 20% em todas as taxas de câmbio, afetando todas as moedas estrangeiras em que os débitos acima descritos estejam expressos, e não leva em conta o efeito compensatório de tal mudança em nossas receitas expressas em moedas estrangeiras (principalmente os pagamentos recebidos das administradoras estrangeiras). Uma vez que movimentos desfavoráveis e simultâneos em todas as taxas de câmbio relevantes são improváveis, esta premissa talvez exagere o impacto das flutuações do câmbio nos resultados de nossas operações. Nós efetuamos operações de hedging em moeda estrangeira no segundo semestre de 2000, o que não nos beneficiando de proteção integral. Em 2000, a desvalorização do real frente ao dólar norte-americano foi de 9.3%. Nós contabilizamos um prejuízo líquido no período no montante de R$124 milhões, ou R$0.37 por lote de mil ações. Nós também reconhecemos uma perda adicional de R$36 milhões em 2000, principalmente devido a contratos com cláusula de variação monetária.