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Para o exercício findo em 31 de dezembro de 2000,
a quantia global de remuneração paga por nossas
controladas a todos os Conselheiros e Diretores como um grupo
foi de aproximadamente R$3,5 milhões.
Na Assembléia Geral Extraordinária dos Acionistas
realizada em 17 de dezembro de 1998, aprovamos a criação
de um plano de opção de compra de ações
através o qual pode ser concedido aos nossos diretores,
executivos e outros membros da Embratel opções
de compra de ações da Companhia. Nosso Conselho
de Administração apresentou os detalhes do Plano
de Opções de Ações em uma reunião
realizada na mesma data.
O número total de ações no Plano de
Opção de Ações não excederá
10% do número total de ações da Companhia
em circulação (em conformidade com os limites
de capital autorizado). O Plano de Opções de
Ações inicialmente envolverá apenas as
ações preferenciais. O preço será
o preço do fechamento do mercado na data de opção
concedida (a "Data de Opção"). O período
máximo para o exercício dos direitos de acordo
com o Plano de Opção de Ações
é de dez anos a contar da Data de Opção
e, para cada opção, o beneficiário terá
poderes adquiridos para exercê-la com relação
a 33% das ações após o primeiro ano da
Data de Opção, 66% após o segundo ano
a contar da Data de Opção e 100% após
o terceiro ano a contar da Data de Opção. Estabeleceu-se
uma comissão e poderes foram outorgados à mesma
para definir quem receberá as opções
e em relação a quantas ações.
Dílio Sérgio Penedo e Daniel E. Crawford servem
nessa comissão.
Em 2000, foram concedidas opções de compra
a 902 empregados para comprar das ações da Embratel
de acordo com o Plano de Opção de Ações,
no montante total de 2.048.265 mil ações, pelo
preço total de R$64.269 milhões, com o preço
médio por lote de mil ações de R$31,38.
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