As receitas não operacionais foram de R$111,2 milhões em 2000 comparado as despesas não operacionais de R$37,7 milhões em 1999. As receitas não operacionais de 2000 são basicamente explicadas pela venda das participações minoritárias dos nossos negócios de satélites, que resultou num ganho de R$132,2 milhões. Também recebemos resultados de equivalência patrimonial dos consórcios internacionais no valor de R$10,4 milhões comparado com os R$19,7 milhões em 1999. Estas receitas foram compensadas pelas despesas resultantes das perdas na alienação de ativos no valor de R$44,8 milhões (líquido do produto da venda) e outras despesas não operacionais de R$23,8 milhões.

Para 1999, registramos perdas não operacionais nas alienações de ativos fixos de R$50,5 milhões (líquidas das receitas das vendas), compensadas pelos ganhos em nossos investimentos em parcerias internacionais resultantes das despesas totais não operacionais líquidas de R$37,7 milhões. As despesas não operacionais líquidas em 1998 foram parcialmente compensadas pelos R$27,5 milhões como resultado das participações avaliados pelo método contábil de equivalência patrimonial em duas parcerias internacionais. R$78,6 milhões foram atribuídos a outras baixas e perdas diversas na alienação (líquidas do produto da respectiva venda) e R$20,5 milhões em patrocínios de eventos culturais como a Lei Rouanet, que foi promulgada para estimular eventos culturais no Brasil e permitir às empresas, dentro de certos limites, de abater os valores desembolsados com tais patrocínios contra o imposto de renda líquido a pagar.