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Tecnologia de ponta e integração nacional. |
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O volume de recursos aplicados na Embratel expressa um compromisso da Telmex: reinvestir nos negócios brasileiros o próprio lucro que eles geram. Em 2007, o grupo aplicou no aumento do capital da Embratel os R$ 142 milhões de dividendos referentes ao ano anterior. Sem remessas para fora do país, essa política de gestão genuinamente brasileira resulta em estímulo corporativo à expansão, com aumento do número de empregos e da receita tributária. Em 2006, a Embratel recolheu R$ 1,5 bilhão em impostos e contribuições. O volume transferido à União, aos 27 estados e a milhares de municípios - equivalente ao total de investimentos - beneficiou toda a sociedade.
Em nome da integração de todos os brasileiros, a Embratel cumpre com fidelidade e pontualidade o compromisso de facilitar o acesso à telefonia fixa, seja qual for a localização ou a condição sócio-econômica dos usuários. A empresa foi a primeira do setor a ter metas de universalização certificadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em janeiro de 2007. No fim de junho, eram 1.609 os telefones de uso público (TUPs) instalados pela Embratel, conforme prevê o contrato de concessão e o Plano Geral de Metas para Universalização (PGMU) da telefonia.
No início de 2007 a Embratel ativou um sistema pioneiro de comunicações por fibra óptica, cruzando a selva amazônica e interligando Manaus e Porto velho à rede nacional e mundial de cabos de fibras ópticas. O projeto utilizou a faixa de domínio da rodovia BR-319, trazendo mais velocidade e segurança para as comunicações da Amazônia e atendendo à crescente demanda de telecomunicações da região, particularmente da cidade de Manaus. O sistema ampliou em quase 10 vezes a capacidade instalada, que passou a ser de 2 x 622 Mbps.
A construção da interligação ótica Manaus - Porto Velho constituiu-se em um projeto único no Planeta, conciliando Desenvolvimento Econômico com Preservação do Meio Ambiente ao longo dos 924 Km da BR-319, que cruza o "coração" da maior e mais rica floresta tropical do mundo.
Em 14 novembro de 2007, a Embratel ativou a sua terceira geração de satélites de comunicações, com o lançamento do satélite Star One C 1. Em 2008 será lançado o segundo satélite da nova geração, o Star One C2.
O Star One C1 tem quase o dobro da potência do Brasilsat B2, ao qual substituiu, e possibilita a ampliação da cobertura para além do Território Nacional, alcançando as Américas do Sul e Central e a Flórida (EUA). Possui 28 transponders (receptores e transmissores de sinais) em Banda C, 16 Banda Ku e um Banda X. A Banda C garante a oferta de sinais de voz, tevê, rádio e dados, incluindo Internet. A Banda Ku possibilita serviços de transmissão de vídeo diretamente aos usuários, além de garantir a oferta de Internet banda larga e telefonia em localidades remotas. A Banda X é uma freqüência exclusiva para uso militar. Em fevereiro de 2008, será lançado o Star One C2, que ocupará a posição 70º W, do Brasilsat B1.
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